Pessoal, o Manoel Morgado está precisando de ajuda para financiar a expedição dele à Antártida. Nesta expedição, haverá a participação de grandes nomes do montanhismo brasileiro, que além do Morgado (que já escalou 2 oito mil), ainda tem o Irivan Burda e o Marcelo Santos, o "Bonga".
A proposta dele é fazer uma expê inédita para o país, que é caminhar do litoral da Antártida até o Pólo Sul sem usar equipe de apoio e sem usar veículos motorizados, apenas as próprias pernas. Pra isso eles irão caminhar puxando trénos por mais de 1000km, exatamente 100 anos depois que Roald Amundsen completou esta façanha, que foi repetida por menos de 100 pessoas até hoje!
Claro que uma expedição destas custa muito, pois é preciso ter suprimentos de primeira, e equipamentos muito bons, senão pode acontecer o mesmo que aconteceu com o Captão Scott (quem não sabe da história da pior viagem do mundo?). Enfim, pra realizarem este grande feito para o Brasil, eles precisam de ajuda e por isso lançaram o projeto Adote um Quilômetro.
Cada quilômetro adotado custa R$300,00. (veja detalhes de como adotar o quilômetro na página da expedição: http://www.adoteumkm.com.br)
Saiba mais sobre a expedição: http://altamontanha.com/colunas.asp?newsID=2787
31 de maio de 2011
30 de maio de 2011
Paraná e o montanhismo
Na ultima semana escrevi um texto bem bacana sobre a história e a cultura do montanhismo no Paraná para a revista Go Ouside.
Pra quem não sabe, o Paraná é um dos estados que tem a cultura do montanhismo mais consolidada, isso sem ter entre seus cartões postais mais famosos, o relevo de montanha, ao contrário, por exemplo, do Rio de Janeiro que é conhecido pelo Pão de Áçucar, Corcovado, Dedo de Deus, Agulhas Negras etc... A Serra do Mar paranaense, apesar de ficar perto de Curitiba, não é tão famosa quanto estes lugares.
Neste artigo eu explico com meu ponto de vista os porques do Paraná ter se tornado um lugar tão fértil para o montanhismo.
Paraná e o Montanhismo - Revista Go Outside
Pra quem não sabe, o Paraná é um dos estados que tem a cultura do montanhismo mais consolidada, isso sem ter entre seus cartões postais mais famosos, o relevo de montanha, ao contrário, por exemplo, do Rio de Janeiro que é conhecido pelo Pão de Áçucar, Corcovado, Dedo de Deus, Agulhas Negras etc... A Serra do Mar paranaense, apesar de ficar perto de Curitiba, não é tão famosa quanto estes lugares.
Neste artigo eu explico com meu ponto de vista os porques do Paraná ter se tornado um lugar tão fértil para o montanhismo.
Não deixe de ler:
Paraná e o Montanhismo - Revista Go Outside
24 de maio de 2011
Caroço da Esfinge
As vezes acontecem desencontros na vida. É aquela situação em que você está disposto a algo, mas nunca consegue por diversos motivos. É minha história com a escalada no Marumbi. Quando eu queria escalar, não podia por obrigações, ou por falta de parceiros. Quando estava livre, chovia (e como choveu nos ultimos 2 anos!). Cheguei a lever meus equipos pra passear na vila, mas nada... Faltou sorte.
Depois de tanto tempo ouvindo histórias das escaladas nesta serra, finalmente chegou a hora e tive o grande prazer de estrear minha sapatilha nas aderências do Marumbi com ninguém mais, ninguém menos que o Waldemar Niclevicz.
As vias da vez foram a Cristal Negro (7a - 100 mts) e Caroço da Esfinge (6sup A0 280 mts E3 M2).
O que posso dizer sobre a escalada no Marumbi é: Sim, é tudo aquilo, com uma grande pitada de aventura! O relato vem em breve na minha coluna no AltaMontanha, por enquanto ficam as fotos:
Depois de tanto tempo ouvindo histórias das escaladas nesta serra, finalmente chegou a hora e tive o grande prazer de estrear minha sapatilha nas aderências do Marumbi com ninguém mais, ninguém menos que o Waldemar Niclevicz.
As vias da vez foram a Cristal Negro (7a - 100 mts) e Caroço da Esfinge (6sup A0 280 mts E3 M2).
O que posso dizer sobre a escalada no Marumbi é: Sim, é tudo aquilo, com uma grande pitada de aventura! O relato vem em breve na minha coluna no AltaMontanha, por enquanto ficam as fotos:
Waldemar na primeira parada da Caroço
Eu indo pra segunda parada, logo após o lance dos rebites - foto: Niclevicz
Eu e o Waldemar na primeira parada
Segunda enfiada
Chaminé no final da segunda enfiada. Lance dificil!
Começo da terceira enfiada
Foto da quarta enfiada, acima do lance lindo de diedro em móvel.
Quinta enfiada
Waldemar pagando o boulder da quinta enfiada. Lance dificil e exposto!
Waldemar guiando o teto da caroço.
Chegando no final da via
Nós no final da via
Imensidão da parede
18 de maio de 2011
Palestra: Geografia das Montanhas na UNIFEV
Nesta segunda feira, dia 16 de Maio, ministrei uma palestra intitulada "Geografia das Montanhas" na UNIFEV em Votuporanga - SP, abrindo a XI Semana Acadêmica das Ciências Biológicas e Geografia desta Universidade.
Nesta palestra, abordei os principais aspectos geomorfológicos, fitogeográficos e humanos das montanhas de altitude. Apesar de ter uma base técnica, usei bastante minha experiência de montanhista para ministrar e ilustrar a apresentação. Contei histórias e fiz o público aprender rindo. Foi bastante produtivo.
Esta palestra que é focada para estudantes em geral, mas principalmente para os universitários das geociencias é mais uma das tantas que eu costumo ministrar (mais detalhes desta palestra no link "cursos e palestras").
A semana BIOGEO acontece todos os anos e é um dos principais eventos academicos da UNIFEV (veja mais).
Espero voltar mais vezes em Votuporaga e ministrar outras palestrar e cursos. Aproveitando, agradeça ao Fernando e à Maisa pelo convite e por viabilizar minha ida à cidade.
Nesta palestra, abordei os principais aspectos geomorfológicos, fitogeográficos e humanos das montanhas de altitude. Apesar de ter uma base técnica, usei bastante minha experiência de montanhista para ministrar e ilustrar a apresentação. Contei histórias e fiz o público aprender rindo. Foi bastante produtivo.
Esta palestra que é focada para estudantes em geral, mas principalmente para os universitários das geociencias é mais uma das tantas que eu costumo ministrar (mais detalhes desta palestra no link "cursos e palestras").
Eu na abertura da Semana Acadêmica. Foto Flávio Junior de Paulo Ribeiro
A semana BIOGEO acontece todos os anos e é um dos principais eventos academicos da UNIFEV (veja mais).
Espero voltar mais vezes em Votuporaga e ministrar outras palestrar e cursos. Aproveitando, agradeça ao Fernando e à Maisa pelo convite e por viabilizar minha ida à cidade.
13 de maio de 2011
Serra dos Cocais em Perigo!
A Serra dos Cocais é um lugar muito especial pra mim!
Ela fica entre Itatiba (cidade onde cresci), Vinhedo e Valinhos, no meio da região metropolitana de Campinas. É uma serra e por isso um local difícil para ocupar, por isso se mantém como um dos maiores redutos de área verde dentro da região metropolitana, apesar da atividade rural.
Na serra dos Cocais ocorre a formação de caos de blocos, onde matacões de granitos ficam equilibrados uns sobre outros, numa paisagem cênica belíssima. Além disso, ali nascem centenas de rios e há ecossistemas de cerrados, mata atlântica e também indivíduos de caatinga. Como sei disso? Sou o autor de uma pesquisa científica que estudou as origens e como era a paisagem original desta Serra. Por isso sei da importância e do valor bio-genético deste lugar. Ali a biodiversidade é enorme!
Além da Serra dos Cocais ter sido meu laboratório e ter me ensinado a ser geógrafo, foi lá onde eu comecei a escalar.
Na verdade esta é uma história que eu nunca contei. Em 1994 eu tinha um amigo, o Edsinho, que fazia escalada e num determinado dia ele me levou pra Serra pra eu fazer meu primeiro rapel e top rope. Eu adorei e jurei que iria voltar outras vezes... Acabou que demorei 4 anos pra isso acontecer e por isso que eu falo que escalo há somente 13 anos. Se eu tivesse continuado lodo depois daquela experiência, seriam 17!
Enfim, quando comecei a escalar de verdade, a Serra se tornou um local onde eu ia sempre. Dormia no meio dos matacões de granito e fazia alguns boulderes também. Levei muita gente pra lá e o local se tornou um centro de encontro de amigos pra ver o pôr do sol e jogar conversa fora.
Porém, de alguns anos pra cá, parei de freqüentar.
O local onde eu costumava dormir, hoje está calçado e há um portal já construído onde será a entrada de um futuro condomínio. Isso em Itatiba.
Em Valinhos, onde ficam a maior parte dos boulders e é o local mais famoso, há uma pressão ainda maior por parte da própria prefeitura em transformar a Serra num condomínio. Está em votação na câmara, um projeto de lei pra mudar o plano diretor e daí urbanizar aquela área.
Qual seria o resultado de urbanizar uma serra? O que aconteceria com os matacões, as matas, os cerrados, os animais, os rios? Qual o impacto disso na economia regional, na utilização dos recursos hídricos?
A resposta pra todas estas perguntas não é nada boa!
Por isso, peço a todos que seguem este blog, ASSINEM a petição CONTRA a mudança do PLANO DIRETOR DE VALINHOS!
Ela fica entre Itatiba (cidade onde cresci), Vinhedo e Valinhos, no meio da região metropolitana de Campinas. É uma serra e por isso um local difícil para ocupar, por isso se mantém como um dos maiores redutos de área verde dentro da região metropolitana, apesar da atividade rural.
Na serra dos Cocais ocorre a formação de caos de blocos, onde matacões de granitos ficam equilibrados uns sobre outros, numa paisagem cênica belíssima. Além disso, ali nascem centenas de rios e há ecossistemas de cerrados, mata atlântica e também indivíduos de caatinga. Como sei disso? Sou o autor de uma pesquisa científica que estudou as origens e como era a paisagem original desta Serra. Por isso sei da importância e do valor bio-genético deste lugar. Ali a biodiversidade é enorme!
Além da Serra dos Cocais ter sido meu laboratório e ter me ensinado a ser geógrafo, foi lá onde eu comecei a escalar.
Na verdade esta é uma história que eu nunca contei. Em 1994 eu tinha um amigo, o Edsinho, que fazia escalada e num determinado dia ele me levou pra Serra pra eu fazer meu primeiro rapel e top rope. Eu adorei e jurei que iria voltar outras vezes... Acabou que demorei 4 anos pra isso acontecer e por isso que eu falo que escalo há somente 13 anos. Se eu tivesse continuado lodo depois daquela experiência, seriam 17!
Enfim, quando comecei a escalar de verdade, a Serra se tornou um local onde eu ia sempre. Dormia no meio dos matacões de granito e fazia alguns boulderes também. Levei muita gente pra lá e o local se tornou um centro de encontro de amigos pra ver o pôr do sol e jogar conversa fora.
Porém, de alguns anos pra cá, parei de freqüentar.
O local onde eu costumava dormir, hoje está calçado e há um portal já construído onde será a entrada de um futuro condomínio. Isso em Itatiba.
Em Valinhos, onde ficam a maior parte dos boulders e é o local mais famoso, há uma pressão ainda maior por parte da própria prefeitura em transformar a Serra num condomínio. Está em votação na câmara, um projeto de lei pra mudar o plano diretor e daí urbanizar aquela área.
Qual seria o resultado de urbanizar uma serra? O que aconteceria com os matacões, as matas, os cerrados, os animais, os rios? Qual o impacto disso na economia regional, na utilização dos recursos hídricos?
A resposta pra todas estas perguntas não é nada boa!
Por isso, peço a todos que seguem este blog, ASSINEM a petição CONTRA a mudança do PLANO DIRETOR DE VALINHOS!
11 de maio de 2011
Segunda turma do curso 90 Graus/ AltaMontanha de escalada
Aconteceu nesta última semana em São Paulo e Pedra Bela o segundo curso básico de escalada recomendado pelo ginásio 90 Graus e AltaMontanha.com.
Mais uma vez foi um grande prazer ensinar pessoas a escalar. Quero agradecer meus parceiros Tacio Philip, Victor Carvalho e Michel pelo empenho e dedicação e aos alunos que nos escolheram. Tenho certeza que todos continuarão a subir pedras na vida.
Também quero agradecer ao Ginásio 90 Graus e o site AltaMontanha por recomendarem nosso curso. Valeu a todos e até a próximo turma!
Apenas para complementar, este foi meu quinto curso formal de escalada em 3 anos. Neste tempo, ensinei 58 pessoas a escalar! Nada mal!
Mais uma vez foi um grande prazer ensinar pessoas a escalar. Quero agradecer meus parceiros Tacio Philip, Victor Carvalho e Michel pelo empenho e dedicação e aos alunos que nos escolheram. Tenho certeza que todos continuarão a subir pedras na vida.
Também quero agradecer ao Ginásio 90 Graus e o site AltaMontanha por recomendarem nosso curso. Valeu a todos e até a próximo turma!
Apenas para complementar, este foi meu quinto curso formal de escalada em 3 anos. Neste tempo, ensinei 58 pessoas a escalar! Nada mal!
8 de maio de 2011
Testando uma Nomade Tryton
Há algum tempo estou testando a nova bota de trekking da Nomade, a Tryton. Ainda é cedo para emitir algum juízo, mas já deixo minhas impressões iniciais.
O que posso dizer de antemão, é aquilo que senti ao colocar a bota no pé.
Acho que neste sentido a Nomade continua fazendo jus à sua fama, que é fabricar botas extremamente confortáveis.
Outra coisa que posso dizer é relativo ao seu design. A bota segue os modelos das botas clássicas italianas, que eu acho serem super bonitas. Na última sexta feira fui convidado para um jantar no hotel Bourbon de Atibaia. Vim a São Paulo para realizar um curso de escalada e não tinha um sapato para ir ao evento. Advinham como eu fui? Com a bota! Não é que ela ficou boa nesta ocasião!
Voltando a falar sobre o porque estou usando a Tryton, até agora o único trekking mais exigente que fiz com ela foi no Pico dos Marins. Nas condições que encontrei no terreno, a aderência do solado Contagrip foi excelente. Quem conhece o Marins sabe que é uma montanha cheia de rampas. Me senti seguro em subir e descer aquelas aderências.
Bom, até agora estas são as impressões que tenho. Apartir daqui, tudo o que eu fizer estarei com uma Tryton em meus pés, o teste será no dia a dia, montanha a montanha... Vou usar as botas até destruir e voltarei a falar sobre seu desempenho. Aguardem!
Acho que neste sentido a Nomade continua fazendo jus à sua fama, que é fabricar botas extremamente confortáveis.
Outra coisa que posso dizer é relativo ao seu design. A bota segue os modelos das botas clássicas italianas, que eu acho serem super bonitas. Na última sexta feira fui convidado para um jantar no hotel Bourbon de Atibaia. Vim a São Paulo para realizar um curso de escalada e não tinha um sapato para ir ao evento. Advinham como eu fui? Com a bota! Não é que ela ficou boa nesta ocasião!
Voltando a falar sobre o porque estou usando a Tryton, até agora o único trekking mais exigente que fiz com ela foi no Pico dos Marins. Nas condições que encontrei no terreno, a aderência do solado Contagrip foi excelente. Quem conhece o Marins sabe que é uma montanha cheia de rampas. Me senti seguro em subir e descer aquelas aderências.
Bom, até agora estas são as impressões que tenho. Apartir daqui, tudo o que eu fizer estarei com uma Tryton em meus pés, o teste será no dia a dia, montanha a montanha... Vou usar as botas até destruir e voltarei a falar sobre seu desempenho. Aguardem!
Tryton no cume do Marinzinho
Tryton sendo usada em outras ocasiões
5 de maio de 2011
Curso de Escalada em Rocha - São Paulo/SP - 3ª turma!!!

Este curso é voltado para o público interessado nas técnicas indispensáveis para o bom exercício da atividade, sempre priorizando a segurança e o desempenho. Aprende-se desde os conceitos básicos da escalada em rocha, técnicas de ascensão e descenso, técnicas básicas de auto-resgate, bem como o manuseio e manutenção dos equipamentos utilizados e ética. Uma aula de nós também está inclusa, já que é suma importância, a correta realização dos nós para a segurança dos escaladores. O curso possui 16 horas/aula, divididas em duas aulas teóricas, a serem dadas em São Paulo e uma aula prática, a ser dada no município de Pedra Bela - SP.
Por fim, ao final do curso, o aluno estará em condições de realizar escaladas em rocha com autonomia, estando esta sob sua inteira responsabilidade, inclusive aprendendo as técnicas para guiar vias de escalada com proteções previamente fixadas.
Inscrições abertas pela página de contato.
Próxima turma:
31de Maio das 19h às 23h - aula teórica
02 de Junho das 19h às 23h - aula teórica
04 de Junho das 9h às 17h - prática em rocha
Locais:
Aulas teóricas em sala de aula localizada na Av. do Cursino, São Paulo - SP. Prática em Pedra Bela - SP (120 km de São Paulo)

Conteúdo abordado nas aulas
1ª aula (4h):
Apresentação aos equipamentos utilizados na escalada em rocha com proteções fixas – características, usos, conservação.
- Cordas;
- Cadeirinhas;
- Mosquetões;
- Costuras;
- Freios;
- Fitas tubulares e chatas;
- Cordins (cordeletes);
- Capacetes;
- Sapatilhas;
- Carbonato de Magnésio;
Apresentação dos nós utilizados em escalada em rocha, conceito nível básico – prática em sala de aula.
- Nó Oito Duplo, pelo chicote;
- Nó Oito Duplo, pelo seio;
- Nó Volta do Fiel;
- Nó UIAA;
- Nó Boca de Lobo;
- Nó de Fita;
- Nó Pescador Duplo;
- Nó Azelha;
- Nó Prusik;
2ª aula (4h):- Revisão e avaliação prática de nós;
Conceitos de escalada:
- Tipos de escalada;
- Tabelas de graduação de escalada;
- Correta montagem/desmontagem de paradas;
- Segurança para o escalador (sob e sobre o mesmo);
- Realização de Rapel com sistema de backup;
- Correta colocação de proteções intermediárias, para o guia;
- Conceitos de segurança, para o guia;
- Queda “fator dois”;
- Conceitos teóricos de auto-resgate.
Ética da escalada e mínimo impacto;
Aula prática (o dia todo – 8h):- Em Pedra Bela/SP (120 km de São Paulo).
- O aluno irá colocar em prática o aprendido nas aulas teóricas escalando como participante, em “top rope” e simulação de via guiada. Também efetuará montagem e desmontagem de paradas assim como descida por corda (rapel) com sistema de backup. Também será feito exercício de auto-resgate, com ascensão direta pela corda.
- Ao final do curso o aluno terá todo embasamento teórico e prático para realizar escaladas em locais com proteção fixa com total autonomia e segurança.
Investimento:
3 parcelas de R$ 150,00 ou 10% de desconto para pagamento a vista.
Incluso no curso:
- instrução personalizada;
- equipamentos de segurança certificados para uso durante as aulas;
- material didático (um exemplar do livro Escale melhor e com mais segurança para cada participante);
- um vale diária no ginásio 90 graus.
Não está incluso alimetação e deslocamento até a sala de aula e local da aula prática, sendo organizada entre os instrutores e alunos no decorrer do curso.
É desejável que o aluno tenha sapatilha de escalada, caso tenha dúvida entre em contato!
Turma mínima/máxima: 6/12 alunos.
Inscrições abertas pela página de contato.
Instrutores:
Os instrutores deste curso, além de serem amigos e parceiros de escalada, praticam montanhismo e escalada há diversos anos com experiência no Brasil e exterior. Todos tem grande conhecimento na área técnica da escalada com destaque especial para procedimentos de segurança. Além disso todos estão "na ativa", atualizados com as novidades da área e se aprimorando a cada dia.
Tacio Philip, 33 anos. Fotógrafo e empresário. Com mais de 10 anos de experiência em escalada em rocha e montanhismo escalou em diversos estados do Brasil e exterior, com destaque para região de São Bento do Sapucaí, Pedralva, Salinas, Rio de Janeiro, "Aguja de la S" em El Chalten na Patagônia Argentina etc, sempre com preferência para o estilo de escalada tradicional. Ainda possui no currículo cursos como "Resgate em Montanha" pelo Cosmo e "Avançado de escalada" com Eliseu Frechou entre outros.Também é montanhista tendo escalado um grande número de montanhas do Brasil, com foco principal na Serra da Mantiqueira e algumas no exterior (Bolívia e Peru). Também realizou diversas travessias e expedições para montanhas pouco exploradas.
Mais informações no site www.tacio.com.br.
Pedro Hauck, 29 anos. Geógrafo e montanhista. Foi diretor de escalada da Federação Paranaense de Montanhismo e também do Clube Paranaense de Montanhismo, onde ministrou diversos cursos de escalada. É colunista e editor do Site AltaMontanha.com, um dos principais meio de comunicação do montanhismo em língua portuguesa. Já participou de uma dezena de expedições à montanhas andinas, tendo alcançado cume em cerca de 30 montanhas de altitude. Possui ampla experiência em escalada em rocha no Brasil, já tendo escalado em diversos Estados, desde O Rio Grande do Sul até o Nordeste.
Mais informações no site www.pedrohauck.net.
Victor Carvalho, 27 anos. Oficial do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. É instrutor no Clube Alpino Paulista de Escalada Avançada em Rocha. Possui Curso de Escalada em Gelo e Deslocamento em Glaciares, pela “Andes Ascenciones” (Argentina).Pelo Brasil já escalou diversas vias na Pedra do Baú, Dedo de Deus, Agulha do Diabo, Pedralva etc. Já escalou diversas vias no Rio de Janeiro e Minas Gerais, em locais como: Pão de Açúcar, Corcovado, Pedra da Gávea, Urca, Babilônia, Parque dos Três Picos, Serra do Cipó, Andradas, região de Itajubá, entre outros locais.
No exterior, realizou escaladas técnicas na região de El Chaltén, patagônia argentina. Já realizou diversas travessias de montanha no Brasil e exterior, como a Travessia Marins-Itaguaré, Petrópolis-Teresópolis e Serra Fina. Fora do país realizou a trilha Inca (Peru), além de caminhadas diversas em Torres Del Paine (Patagônia chilena), Parque Nacional los Glaciares, Parque Nacional Tierra Del Fuego e Cerro Tronador, na patagônia argentina.
Mais informações no site www.victorcarv.blogspot.com.
Inscrições abertas pela página de contato.
Veja aqui algumas fotos dos instrutores praticando escalada em rocha.
4 de maio de 2011
Bin Laden está vivo!
A informação que Osama Bin Laden foi morto no Paquistão é falsa! Ele deixou o país e está morando no Sul do Brasil.
Ele e amigos eram vistos com frequência na Serra do Mar. Nos últimos tempos, porém, ele desapareceu sem deixar rastros, provavelmente já sabendo que a CIA estava em sua cola.
Bin Laden, não adianta fugir, nós sabemos onde você está!
Ele e amigos eram vistos com frequência na Serra do Mar. Nos últimos tempos, porém, ele desapareceu sem deixar rastros, provavelmente já sabendo que a CIA estava em sua cola.
Bin Laden, não adianta fugir, nós sabemos onde você está!
Assinar:
Postagens (Atom)


















